Personagem: Sherlock Holmes, personagem de contos e romances de Arthur Conan Doyle.
Por que amá-lo? Para aqueles(as) que não sentem nada ao ver um rostinho bonito ou um corpo sarado, mas deixam tudo de lado por alguém inteligente, cuidado: você pode ser um sapiosexual. Eu diria mais cuidado ainda: você pode se apaixonar por alguém parecido com Sherlock Holmes.
Watson, em suas histórias, nunca falou muito sobre a beleza de seu companheiro de “altas aventuras”. A descrição mais detalhada feita pelo médico e a que segue abaixo, do livro Um estudo em vermelho:

(…)Tinha certamente mais de um metro e oitenta e dois de altura, mas era tão excessivamente magro, que parecia ainda mais alto. Seus olhos eram vivos e penetrantes(…); e seu nariz fino e aquilino dava ao conjunto de sua expressão um ar de alerta e determinação. Também o queixo, proeminente e quadrado, indicava o homem decidido(…)

Não precisamos chorar. O que o texto não nos deu, a indústria do entretenimento faz por nós e acredite, fez muitas vezes. Você sabia que Sherlock Holmes é a personagem mais interpretada seja em áudio ou vídeo? Tanto é verdade que acabou indo parar no Guinness Book, veja só! Vamos, porém, pular todas as outras encarnações e falar das mais recentes: Robert Downey Jr., Jonny Lee Miller e Benedict Cumberbetch.
O senhor Downey “Stark” Jr. é o máximo, mas, sinceramente, não me convenceu. Talvez por ser baixo e NÃO ser britânico (odiei o sotaque dele, mas adorei o Jude Law como Watson). Já Jonny Lee Miller é britânico e um excelente ator, porém se as histórias de Elementary fossem melhores, mais fieis ao original, e não tivessem colocado Lucy Liu como Watson (o problema não é ela ser mulher, é ser a Lucy Liu), talvez eu até encarasse. E então chegamos a Benedict Cumberbetch, o queridinho do Tumblr. Pra mim não tem ninguém que entre melhor na descrição de Doyle. Como bônus ainda podemos ouvir aquela voz de tenor maravilhosa!
Temos um ganhador senhoras e senhores!
Uma ressalva, porém, deve ser feita para os apaixonados por Holmes: ser frio não é o bastante. Ele não possui nenhum tipo de trato social. Exemplos? Aqui vão três:
1) Lembra-se do que ele faz com a coitada da Molly, no dia de Natal? Ela chega, toda arrumada, de batom e tudo, quando ele olha em sua sacola e tem um presente vermelho. Na ânsia de querer analisar o que vê, acaba por observar que a moça está de namorado novo, que o batom tem uma ligação, mesmo que inconsciente, com a cor do embrulho mais caprichado… Quando ele abre o cartão, esse era endereçado a ele. Ele pediu que ela o perdoasse. A sequência é a mais engraçada, mas não ameniza a falta de trato do rapaz.
2) “Fico dias sem falar uma palavra” - imagine como deve ser enervante…
3) Se os exemplos da série não bastaram, dê uma lida no que Watson transcreve de uma conversa com o amigo em O signo dos quatro, quando o doutor elogia Mary:
"É da máxima importância", disse "não permitir que o nosso juízo seja influenciado por qualidades pessoais. Um cliente é para mim uma mera unidade, um fator num problema. As qualidades emocionais são antagônicas ao raciocínio claro. Eu lhe asseguro que a mulher mais cativante que conheci foi enforcada por envenenar três criancinhas, pelo dinheiro do seguro delas, e o homem mais repelente que já vi é um filantropo que gastou um quarto de milhão com os pobres de Londres"
 Não se chateie com essas constatações. Lembre-se O inteligente é o novo Sexy ;)

Personagem: Sherlock Holmes, personagem de contos e romances de Arthur Conan Doyle.

Por que amá-lo? Para aqueles(as) que não sentem nada ao ver um rostinho bonito ou um corpo sarado, mas deixam tudo de lado por alguém inteligente, cuidado: você pode ser um sapiosexual. Eu diria mais cuidado ainda: você pode se apaixonar por alguém parecido com Sherlock Holmes.

Watson, em suas histórias, nunca falou muito sobre a beleza de seu companheiro de “altas aventuras”. A descrição mais detalhada feita pelo médico e a que segue abaixo, do livro Um estudo em vermelho:

(…)Tinha certamente mais de um metro e oitenta e dois de altura, mas era tão excessivamente magro, que parecia ainda mais alto. Seus olhos eram vivos e penetrantes(…); e seu nariz fino e aquilino dava ao conjunto de sua expressão um ar de alerta e determinação. Também o queixo, proeminente e quadrado, indicava o homem decidido(…)

Não precisamos chorar. O que o texto não nos deu, a indústria do entretenimento faz por nós e acredite, fez muitas vezes. Você sabia que Sherlock Holmes é a personagem mais interpretada seja em áudio ou vídeo? Tanto é verdade que acabou indo parar no Guinness Book, veja só! Vamos, porém, pular todas as outras encarnações e falar das mais recentes: Robert Downey Jr., Jonny Lee Miller e Benedict Cumberbetch.

O senhor Downey “Stark” Jr. é o máximo, mas, sinceramente, não me convenceu. Talvez por ser baixo e NÃO ser britânico (odiei o sotaque dele, mas adorei o Jude Law como Watson). Já Jonny Lee Miller é britânico e um excelente ator, porém se as histórias de Elementary fossem melhores, mais fieis ao original, e não tivessem colocado Lucy Liu como Watson (o problema não é ela ser mulher, é ser a Lucy Liu), talvez eu até encarasse. E então chegamos a Benedict Cumberbetch, o queridinho do Tumblr. Pra mim não tem ninguém que entre melhor na descrição de Doyle. Como bônus ainda podemos ouvir aquela voz de tenor maravilhosa!

Temos um ganhador senhoras e senhores!

Uma ressalva, porém, deve ser feita para os apaixonados por Holmes: ser frio não é o bastante. Ele não possui nenhum tipo de trato social. Exemplos? Aqui vão três:

1) Lembra-se do que ele faz com a coitada da Molly, no dia de Natal? Ela chega, toda arrumada, de batom e tudo, quando ele olha em sua sacola e tem um presente vermelho. Na ânsia de querer analisar o que vê, acaba por observar que a moça está de namorado novo, que o batom tem uma ligação, mesmo que inconsciente, com a cor do embrulho mais caprichado… Quando ele abre o cartão, esse era endereçado a ele. Ele pediu que ela o perdoasse. A sequência é a mais engraçada, mas não ameniza a falta de trato do rapaz.

2) “Fico dias sem falar uma palavra” - imagine como deve ser enervante…

3) Se os exemplos da série não bastaram, dê uma lida no que Watson transcreve de uma conversa com o amigo em O signo dos quatro, quando o doutor elogia Mary:

"É da máxima importância", disse "não permitir que o nosso juízo seja influenciado por qualidades pessoais. Um cliente é para mim uma mera unidade, um fator num problema. As qualidades emocionais são antagônicas ao raciocínio claro. Eu lhe asseguro que a mulher mais cativante que conheci foi enforcada por envenenar três criancinhas, pelo dinheiro do seguro delas, e o homem mais repelente que já vi é um filantropo que gastou um quarto de milhão com os pobres de Londres"

 Não se chateie com essas constatações. Lembre-se O inteligente é o novo Sexy ;)

Personagem: Edward Rochester, personagem do romance Jane Eyre de Charlotte Brontë.
Por que amá-lo? Quem assistiu a última adaptação de Jane Eyre não se engane ao ver Michael Fassbender no papel de Edward Rochester: no livro ele é definido como um homem feio:

(…) levantou-se de sua poltrona, e ficou de pé, apoiando o braço no batente de mármore da lareira: nessa atitude, via-se seu corpo claramente, assim como o rosto; o peito incomumente largo quase desproporcional ao comprimento dos membros. Estou certa de que a maioria das pessoa o teria achado um homem feio (…)

Também não pense que a falta de beleza é compensada por um “bom gênio”. Mais de uma vez, ao longo da obra, ele demonstra-se como um homem pouco afeito ao convívio social. Quando o contato é superficial, Edward chega a ser agradável, porém quando os laços se estreitam, e as conversas ficam mais densas e profundas, sua honestidade beira a grosseria.
Então, o que o faz estar nesta lista? Edward é um homem amargurado. Ele possui segredos irreveláveis até para a mulher que ama, Jane Eyre. Quando - sem spoilers - todas as pontas soltas se fecham e o vemos, no final, muito aquém da definição acima, que ressalta seu “orgulho inconsciente”, já perdemos: estamos completamente vencidas.

Personagem: Edward Rochester, personagem do romance Jane Eyre de Charlotte Brontë.

Por que amá-lo? Quem assistiu a última adaptação de Jane Eyre não se engane ao ver Michael Fassbender no papel de Edward Rochester: no livro ele é definido como um homem feio:

(…) levantou-se de sua poltrona, e ficou de pé, apoiando o braço no batente de mármore da lareira: nessa atitude, via-se seu corpo claramente, assim como o rosto; o peito incomumente largo quase desproporcional ao comprimento dos membros. Estou certa de que a maioria das pessoa o teria achado um homem feio (…)

Também não pense que a falta de beleza é compensada por um “bom gênio”. Mais de uma vez, ao longo da obra, ele demonstra-se como um homem pouco afeito ao convívio social. Quando o contato é superficial, Edward chega a ser agradável, porém quando os laços se estreitam, e as conversas ficam mais densas e profundas, sua honestidade beira a grosseria.

Então, o que o faz estar nesta lista? Edward é um homem amargurado. Ele possui segredos irreveláveis até para a mulher que ama, Jane Eyre. Quando - sem spoilers - todas as pontas soltas se fecham e o vemos, no final, muito aquém da definição acima, que ressalta seu “orgulho inconsciente”, já perdemos: estamos completamente vencidas.

Personagem: Tony Stark, personagem criada por Stan Lee para a Marvel Editora. Vivido no cinema por Robert Downey Jr.
Por que amá-lo? No filme Os Vingadores, quando Stark mostra resistência por não querer trabalhar em grupo, o Capitão América censura-o dizendo “um homem grande com uma armadura… sem isso sobra o quê?” A resposta é, simplesmente, a melhor definição do bonvivant: “um gênio, bilionário, playboy e filantropo”
Tony Stark, além de ser uma das mentes mais privilegiadas da Marvel, tem um ego do tamanho do mundo e uma lista interminável de casos. Os relacionamentos que o playboy levou a sério terminavam sempre em amizade. Parece que o cara gosta da novidade. Entre as mulheres de sua vida, Tony tem nomes como Meredith McCall, Rumiko Fujikawa, Anna Wei, Janet Van Dyne (A Vespa), Natasha Romanova (Viúva Negra), Whitney Frost (Madame Máscara), Maria Hill, Maya Hansen, Bethany Cabe, Pepper Potts. Não podemos esquecer de seu rápido romance com a She-Hulk, a única mulher que pode rivalizar com ele em número de parceiros.
Certo, então como gostar desse sujeito tendo em vista todos esses defeitos? Como qualquer homem muito rico, Stark se tornou um excêntrico cativante. Os homens gostam dele, por representar aquilo que gostariam de ser e mulheres gostam dele por ser aquilo que elas querem ter e mostrar.
Se como Marilyn Moroe - que possivelmente teria sido amante de Tony - naquele filme Como agarrar um milionário você quer um homem rico para chamar de seu, Tony Stark é, realmente o Cara.
Aí você pode pensar: mas e o Batman? Acredite, você não irá se divertir com Bruce Wayne…

Personagem: Tony Stark, personagem criada por Stan Lee para a Marvel Editora. Vivido no cinema por Robert Downey Jr.

Por que amá-lo? No filme Os Vingadores, quando Stark mostra resistência por não querer trabalhar em grupo, o Capitão América censura-o dizendo “um homem grande com uma armadura… sem isso sobra o quê?” A resposta é, simplesmente, a melhor definição do bonvivant:um gênio, bilionário, playboy e filantropo

Tony Stark, além de ser uma das mentes mais privilegiadas da Marvel, tem um ego do tamanho do mundo e uma lista interminável de casos. Os relacionamentos que o playboy levou a sério terminavam sempre em amizade. Parece que o cara gosta da novidade. Entre as mulheres de sua vida, Tony tem nomes como Meredith McCall, Rumiko Fujikawa, Anna Wei, Janet Van Dyne (A Vespa), Natasha Romanova (Viúva Negra), Whitney Frost (Madame Máscara), Maria Hill, Maya Hansen, Bethany Cabe, Pepper Potts. Não podemos esquecer de seu rápido romance com a She-Hulk, a única mulher que pode rivalizar com ele em número de parceiros.

Certo, então como gostar desse sujeito tendo em vista todos esses defeitos? Como qualquer homem muito rico, Stark se tornou um excêntrico cativante. Os homens gostam dele, por representar aquilo que gostariam de ser e mulheres gostam dele por ser aquilo que elas querem ter e mostrar.

Se como Marilyn Moroe - que possivelmente teria sido amante de Tony - naquele filme Como agarrar um milionário você quer um homem rico para chamar de seu, Tony Stark é, realmente o Cara.

Aí você pode pensar: mas e o Batman? Acredite, você não irá se divertir com Bruce Wayne…

Personagem: Dean Campbell Winchester, personagem da série de TV Supernatural (Sobrenatural), criada por Eric Kripke
Por que amá-lo? Acho que assim como Jane Austen nunca fui fã dos caras bonzinhos. Sabe, aqueles que se dizem preocupados com tudo e com todo mundo? Sempre desconfiei deles. Gosto daqueles que são honestos e diretos, mesmo sabendo que a sinceridade e a grosseria são divididas por uma linha muito tênue. Entre os irmãos Winchester, é claro que eu fico com Dean. E você também, não se engane: se estivesse numa balada e o encontrasse, possivelmente seria o primeiro cara para quem olharia. Deus como é bonito! Você tem ideia de qual o problema disso? Ele sabe que é bonito. Por isso, tem a tendência de mostrar-se como conquistadorzinho barato (já que não precisa lá de muito esforço), um ego do tamanho do mundo e uma auto-estima inabalável. 
O mundo de Dean é sacudido apenas quando o que se está em jogo é sua família. Enquanto seu irmão, o doce e bonzinho Sam, vai para faculdade de direito e tenta ficar o mais longe possível de casa, Dean mantem-se perto de seu pai e da única herança que ele poderia lhe oferecer: a profissão de caçador de criaturas sobrenaturais. 
Tudo tem início quando a mãe de Dean, Mary, foi assassinada por um demônio. Isso  aconteceu quando ele tinha apenas quatro anos e seu irmão caçula era um bebê. Desde então John Winchester busca a criatura para vingar-se, colocando na estrada seus dois filhos, o que fez o mais novo deles querer sair dos negócios. Quando, porém, seu pai some em uma caçada, Dean vai atrás de seu irmão para ajudar a encontrá-lo, e aí começam as aventuras dos dois, que passam por poucas e boas, que inclui uma temporada no Inferno e servir de avatares em uma guerra entre o Bem e o Mal. 
Com tudo isso dito, adivinhe qual dos dois Winchesters tem sangue do demônio nas veias? Como o próprio Dean diz “cuidado em quem você confia… Lembre-se que o diabo era um Anjo!”

Personagem: Dean Campbell Winchester, personagem da série de TV Supernatural (Sobrenatural), criada por Eric Kripke

Por que amá-lo? Acho que assim como Jane Austen nunca fui fã dos caras bonzinhos. Sabe, aqueles que se dizem preocupados com tudo e com todo mundo? Sempre desconfiei deles. Gosto daqueles que são honestos e diretos, mesmo sabendo que a sinceridade e a grosseria são divididas por uma linha muito tênue. Entre os irmãos Winchester, é claro que eu fico com Dean. E você também, não se engane: se estivesse numa balada e o encontrasse, possivelmente seria o primeiro cara para quem olharia. Deus como é bonito! Você tem ideia de qual o problema disso? Ele sabe que é bonito. Por isso, tem a tendência de mostrar-se como conquistadorzinho barato (já que não precisa lá de muito esforço), um ego do tamanho do mundo e uma auto-estima inabalável. 

O mundo de Dean é sacudido apenas quando o que se está em jogo é sua família. Enquanto seu irmão, o doce e bonzinho Sam, vai para faculdade de direito e tenta ficar o mais longe possível de casa, Dean mantem-se perto de seu pai e da única herança que ele poderia lhe oferecer: a profissão de caçador de criaturas sobrenaturais. 

Tudo tem início quando a mãe de Dean, Mary, foi assassinada por um demônio. Isso  aconteceu quando ele tinha apenas quatro anos e seu irmão caçula era um bebê. Desde então John Winchester busca a criatura para vingar-se, colocando na estrada seus dois filhos, o que fez o mais novo deles querer sair dos negócios. Quando, porém, seu pai some em uma caçada, Dean vai atrás de seu irmão para ajudar a encontrá-lo, e aí começam as aventuras dos dois, que passam por poucas e boas, que inclui uma temporada no Inferno e servir de avatares em uma guerra entre o Bem e o Mal. 

Com tudo isso dito, adivinhe qual dos dois Winchesters tem sangue do demônio nas veias? Como o próprio Dean diz “cuidado em quem você confia… Lembre-se que o diabo era um Anjo!”

Personagem: Han Solo, personagem da trilogia Clássica (e única que existe) de Star Wars
Por que amá-lo? Não há nada que gere uma discussão mais acalorada entre geeks e nerds que a comparação entre as duas franquias mais rentáveis - e longevas - do entretenimento: Star Wars e Star Trek. Essas chegam a beirar a agressão física se suas duas grandes personagens - Han Solo e Kirk - estão na berlinda. 
Kirk é capitão da Interprise, sempre muito elogiado por sua liderança à frente da "menina dos olhos" da Federação. Han Solo é um contrabandista que pilota uma charanga espacial chamada Millennium Falcon. O primeiro, é um herói, o segundo um anti-herói. Adivinha quem as meninas preferem? Sim, mesmo com a fama de salafrário - adjetivo dado pela nova dublagem da trilogia clássica - Han acaba abraçando a causa da Aliança Rebelde, além de ter olhos apenas para a Princesa Leia. Já Kirk, bem ele é incorruptível em seu posto, talvez sendo mais honrado que Solo, mas quando o assunto são as mulheres… Kirk 00 X Solo 01.

Personagem: Han Solo, personagem da trilogia Clássica (e única que existe) de Star Wars

Por que amá-lo? Não há nada que gere uma discussão mais acalorada entre geeks e nerds que a comparação entre as duas franquias mais rentáveis - e longevas - do entretenimento: Star Wars e Star Trek. Essas chegam a beirar a agressão física se suas duas grandes personagens - Han Solo e Kirk - estão na berlinda. 

Kirk é capitão da Interprise, sempre muito elogiado por sua liderança à frente da "menina dos olhos" da Federação. Han Solo é um contrabandista que pilota uma charanga espacial chamada Millennium Falcon. O primeiro, é um herói, o segundo um anti-herói. Adivinha quem as meninas preferem? Sim, mesmo com a fama de salafrário - adjetivo dado pela nova dublagem da trilogia clássica - Han acaba abraçando a causa da Aliança Rebelde, além de ter olhos apenas para a Princesa Leia. Já Kirk, bem ele é incorruptível em seu posto, talvez sendo mais honrado que Solo, mas quando o assunto são as mulheres… Kirk 00 X Solo 01.

Personagem: Himura Kenshin, personagem do mangá e anime homônimo Rurouni Kenshin (Samurai X)
Por que amá-lo? Himura Kenshin é um andarilho que, devido os acontecimentos de seu passado durante o bakumatsu (final do Período Edo, fim do shogunato Tokugawa) e, dentre eles, uma forte desilusão ideológico-política (e por causa de uma mulher, claro XD); decide abandonar sua “carreira” de hitokiri battousai (assassino retalhador -> trabalhava para os monarquistas que, vencendo o bakumatsu, assumiram o poder, “instaurando” assim o Período Meiji). Perambulando por Tokyo com sua inseparável sakabatou (espada de lâmina invertida), um belo dia Kenshin conhece Kamiya Kaoru, a herdeira de um estilo de battoujutsu (arte marcial) que pregava a “espada pela vida”: a espada deveria ser usada para salvar as pessoas, não para matar. Kaoru, pensando que o lendário battousai está pelas redondezas matando pessoas aleatoriamente e praguejando que seu estilo é o Kamiyakasshin (nome do estilo marcial praticado pela família de Kaoru), circula pela região com sua ** (espada de bambu) para derrotar battousai. Em um esbarrão do destino (literalmente, rs), Kenshin conhece Kaoru, e após ajudá-la a desmascarar o falso battousai, acaba por ser convidado a ficar pelo dojo (“acadêmia de arte marcial”) Kamiya. Kenshin passa por várias aventuras, e a ele e Kaoru juntam-se novos personagens como Sanosuke, Yahiko e Megumi. 

Com ar costumeiramente tranquilo, Kenshin guarda um grande peso na alma, e procura a redenção través de suas ações, protegendo aqueles que lhe são mais caros e… cozinhando no lugar da Kaoru (pelo bem de todos!). 

Himura Kenshin é doce, sincero e tem um forte senso de integridade… Não de justiça. Kenshin é apenas íntegro: com seus sentimentos e com suas ideologias (ou falta delas?), dessa forma, toda a força do personagem se concentra na tensão entre a indiscutível habilidade do espadachim e ex-retalhador, e o homem que procura a paz de espírito e a simplicidade. Kenshin é irresistível, nem sua altura patética (rs) faz aqueles olhos violetas serem menos conquistadores… Kaoru que me desculpe, mas ela tem que aceitar que ele é o cara: o cara que sempre será meu amor platônico mais-que-preferido! Meu shujin (marido) ♥
Contribuição de Amanda Araújo. Quer contribuir também? Envie um e-mail para contato@refricultural.com

Personagem: Himura Kenshin, personagem do mangá e anime homônimo Rurouni Kenshin (Samurai X)

Por que amá-lo? Himura Kenshin é um andarilho que, devido os acontecimentos de seu passado durante o bakumatsu (final do Período Edo, fim do shogunato Tokugawa) e, dentre eles, uma forte desilusão ideológico-política (e por causa de uma mulher, claro XD); decide abandonar sua “carreira” de hitokiri battousai (assassino retalhador -> trabalhava para os monarquistas que, vencendo o bakumatsu, assumiram o poder, “instaurando” assim o Período Meiji). Perambulando por Tokyo com sua inseparável sakabatou (espada de lâmina invertida), um belo dia Kenshin conhece Kamiya Kaoru, a herdeira de um estilo de battoujutsu (arte marcial) que pregava a “espada pela vida”: a espada deveria ser usada para salvar as pessoas, não para matar. Kaoru, pensando que o lendário battousai está pelas redondezas matando pessoas aleatoriamente e praguejando que seu estilo é o Kamiyakasshin (nome do estilo marcial praticado pela família de Kaoru), circula pela região com sua ** (espada de bambu) para derrotar battousai. Em um esbarrão do destino (literalmente, rs), Kenshin conhece Kaoru, e após ajudá-la a desmascarar o falso battousai, acaba por ser convidado a ficar pelo dojo (“acadêmia de arte marcial”) Kamiya. Kenshin passa por várias aventuras, e a ele e Kaoru juntam-se novos personagens como Sanosuke, Yahiko e Megumi.

Com ar costumeiramente tranquilo, Kenshin guarda um grande peso na alma, e procura a redenção través de suas ações, protegendo aqueles que lhe são mais caros e… cozinhando no lugar da Kaoru (pelo bem de todos!).

Himura Kenshin é doce, sincero e tem um forte senso de integridade… Não de justiça. Kenshin é apenas íntegro: com seus sentimentos e com suas ideologias (ou falta delas?), dessa forma, toda a força do personagem se concentra na tensão entre a indiscutível habilidade do espadachim e ex-retalhador, e o homem que procura a paz de espírito e a simplicidade. Kenshin é irresistível, nem sua altura patética (rs) faz aqueles olhos violetas serem menos conquistadores… Kaoru que me desculpe, mas ela tem que aceitar que ele é o cara: o cara que sempre será meu amor platônico mais-que-preferido! Meu shujin (marido) ♥

Contribuição de Amanda Araújo. Quer contribuir também? Envie um e-mail para contato@refricultural.com

Personagem: Mr. John Thornton, personagem do romance Norte e Sul de Elizabeth Gaskell.
Por que amá-lo? Margareth viveu toda a sua vida no idílico Sul da Inglaterra do século XIX: os bosques, as flores, e a confortável casa de sua tia. Quando sua prima decide casar-se - fazendo com que ela volte para sua humilde casa - e seu pai, o reverendo de Helstone, não renova seus votos, é forçada a deixar esse pequeno paraíso para ir morar em um Norte cinza e insalubre, fruto dos avanços da Revolução Industrial. Nesse contexto, Margareth conhece o poderoso Mr. John Thornton, dono de uma das maiores fábricas da cidade de Milton, e símbolo de tudo aquilo que decidiu odiar. É preciso mencionar que nasce uma atração entre eles? 

Se fosse possível um crossover entre obras, Mr. Darcy - personagem do romance de Jane Austen Orgulho e Preconceito - seria o sonho romântico de Margareth e Mr. Thornton seria seu contraponto perfeito: um vive de renda, dono de uma das propriedades mais deslumbrantes da sociedade rural da Inglaterra. As únicas preocupações de Fitzwilliam são as de manter seus empregados na linha, ir a festas e parecer rico o suficiente para que as mães de filhas casadoiras se estapeiem por um matrimônio. Já Thornton, filho de um pai que suicidou-se diante de um fracasso, luta por seus negócios em pleno fervor de uma  nova era: brigas com sindicatos, negociações com clientes e outros industriários. Para John não ouve tempo para as letras, o latim e a filosofia, que agora aprende com o reverendo Hale, pai de Margareth. 


Mr. Thornton é apaixonante porque não sobrepos suas convicções acima das de Margareth. Ele as tenta entender, deixando o preconceito, que é vencido -claro - apenas para protagonista do romance. 


A adaptação feita pela BBC melhora Margareth - que em alguns momentos chega a ser intragável - e trás como Mr John Thornton o ator Richard Armitage, lindo e impecável no papel. 

Personagem: Mr. John Thornton, personagem do romance Norte e Sul de Elizabeth Gaskell.

Por que amá-lo? Margareth viveu toda a sua vida no idílico Sul da Inglaterra do século XIX: os bosques, as flores, e a confortável casa de sua tia. Quando sua prima decide casar-se - fazendo com que ela volte para sua humilde casa - e seu pai, o reverendo de Helstone, não renova seus votos, é forçada a deixar esse pequeno paraíso para ir morar em um Norte cinza e insalubre, fruto dos avanços da Revolução Industrial. Nesse contexto, Margareth conhece o poderoso Mr. John Thornton, dono de uma das maiores fábricas da cidade de Milton, e símbolo de tudo aquilo que decidiu odiar. É preciso mencionar que nasce uma atração entre eles? 

Se fosse possível um crossover entre obras, Mr. Darcy - personagem do romance de Jane Austen Orgulho e Preconceito - seria o sonho romântico de Margareth e Mr. Thornton seria seu contraponto perfeito: um vive de renda, dono de uma das propriedades mais deslumbrantes da sociedade rural da Inglaterra. As únicas preocupações de Fitzwilliam são as de manter seus empregados na linha, ir a festas e parecer rico o suficiente para que as mães de filhas casadoiras se estapeiem por um matrimônio. Já Thornton, filho de um pai que suicidou-se diante de um fracasso, luta por seus negócios em pleno fervor de uma  nova era: brigas com sindicatos, negociações com clientes e outros industriários. Para John não ouve tempo para as letras, o latim e a filosofia, que agora aprende com o reverendo Hale, pai de Margareth. 

Mr. Thornton é apaixonante porque não sobrepos suas convicções acima das de Margareth. Ele as tenta entender, deixando o preconceito, que é vencido -claro - apenas para protagonista do romance. 

A adaptação feita pela BBC melhora Margareth - que em alguns momentos chega a ser intragável - e trás como Mr John Thornton o ator Richard Armitage, lindo e impecável no papel. 

Personagem: Bigby, o Lobo Mau, da HQ Fábulas, criada por Bill Willinghan.
Por que amá-lo? Era uma vez um lobo. Não, um lobo não! Era uma vez o Lobo, aquele que tentou jantar os três porquinhos e  uma garotinha que usava um capuz vermelho. Sim, aquele lobo de quem você sentia medo, mesmo sabendo que, ao final da história, ele se daria mal e  tudo terminaria bem. Hoje, porém,  essas histórias ficaram para trás, assim como as Terras Natais, reino onde moravam todas as personagens de contos de fadas. Elas foram expulsas por um vilão cruel, conhecido apenas como o  Adversário.
Com a expulsão, essas personagens acabaram em nosso mundo, concentradas em dois lugares distintos: Aquelas com características humanas ficavam na Vila das Fábulas, uma espécie de condomínio fechado, em um canto discreto de Nova York. Já as personagens não humanas eram levadas para A Fazenda. 
Por causa de sua história pregressa, Bigby, o Lobo, não foi aceito n’A Fazenda. Sendo assim, como resultado de uma poderosa magia, ele assume a forma humana e a lupina, dependendo do que lhe convém.
Na Vila das Fábulas, Bigby tornou-se o xerife da pequena cidade, tendo como chefe a subprefeita Branca de Neve, que encontramos divorciada do Príncipe Encantado um tanto mandona.
Viver na Vila das Fadas parece ter amansado a fera: Bigby sempre deixa o porquinho Cícero dormir no seu sofá, depois de uma noitada na cidade, virou um ótimo detetive e apaixonou-se por sua chefe.
O inusitado sentimento pela princesa faz com que ele utilize subterfúgios para que esse não o atrapalhe em sua vida prática. Um desses estratagemas foi tornar-se um fumante inveterado. Essa solução não tem a intenção de manter sua amada longe, mas fazer com que ele não sentisse a presença dela tão vívida. Explico: quando um lobo está interessado romanticamente em alguém, o cheiro dessa pessoa não lhe é nada indiferente, ampliando-se ao ponto de tomar todo esse sentido. Para que isso não acabe com sua carreira, ele acaba fumando o tempo inteiro. Dá para ficar indiferente?

Personagem: Bigby, o Lobo Mau, da HQ Fábulas, criada por Bill Willinghan.

Por que amá-lo? Era uma vez um lobo. Não, um lobo não! Era uma vez o Lobo, aquele que tentou jantar os três porquinhos e uma garotinha que usava um capuz vermelho. Sim, aquele lobo de quem você sentia medo, mesmo sabendo que, ao final da história, ele se daria mal e tudo terminaria bem. Hoje, porém, essas histórias ficaram para trás, assim como as Terras Natais, reino onde moravam todas as personagens de contos de fadas. Elas foram expulsas por um vilão cruel, conhecido apenas como o Adversário.

Com a expulsão, essas personagens acabaram em nosso mundo, concentradas em dois lugares distintos: Aquelas com características humanas ficavam na Vila das Fábulas, uma espécie de condomínio fechado, em um canto discreto de Nova York. Já as personagens não humanas eram levadas para A Fazenda.

Por causa de sua história pregressa, Bigby, o Lobo, não foi aceito n’A Fazenda. Sendo assim, como resultado de uma poderosa magia, ele assume a forma humana e a lupina, dependendo do que lhe convém.

Na Vila das Fábulas, Bigby tornou-se o xerife da pequena cidade, tendo como chefe a subprefeita Branca de Neve, que encontramos divorciada do Príncipe Encantado um tanto mandona.

Viver na Vila das Fadas parece ter amansado a fera: Bigby sempre deixa o porquinho Cícero dormir no seu sofá, depois de uma noitada na cidade, virou um ótimo detetive e apaixonou-se por sua chefe.

O inusitado sentimento pela princesa faz com que ele utilize subterfúgios para que esse não o atrapalhe em sua vida prática. Um desses estratagemas foi tornar-se um fumante inveterado. Essa solução não tem a intenção de manter sua amada longe, mas fazer com que ele não sentisse a presença dela tão vívida. Explico: quando um lobo está interessado romanticamente em alguém, o cheiro dessa pessoa não lhe é nada indiferente, ampliando-se ao ponto de tomar todo esse sentido. Para que isso não acabe com sua carreira, ele acaba fumando o tempo inteiro. Dá para ficar indiferente?

Personagem: Espião 007 - James Bond - criado por Ian Fleming.
Por que amá-lo? Mesmo sem ter lido uma frase  dos livros de Ian Fleming ou não ter assistido a nenhum filme baseado sua obra, pelo menos uma vez em  sua vida você deve ter ouvido a frase “Meu nome é Bond, James Bond”.  

007, o espião mais famoso  da ficção, sofre do mesmo problema de Kirk: sua paixão pelas mulheres. Por todas elas. Em seu favor podemos dizer que diferente da sua contraparte espacial - que esbanja uma charmosa canastrice- Bond  torna-se um sedutor elegante, tomado de toda sua fleuma britânica. 

Muitos foram aqueles vestiram os ternos bem cortados de Bond como Pierce Brosnan, Timothy Dalton, Roger Moore , George Lazenby  e, mais recentemente Daniel Craig, mas é inegável que o destaque fica por conta  do escocês Sean Connery, que viveu o espião em seis filmes: 007 contra o Satânico Dr. No, Moscou contra 007, 007 contra Goldfinger, 007 contra a Chantagem Atômica, 007 - Só se Vive Duas Vezes e 007 - Os Diamantes São Eternos.

Personagem: Espião 007 - James Bond - criado por Ian Fleming.

Por que amá-lo? Mesmo sem ter lido uma frase  dos livros de Ian Fleming ou não ter assistido a nenhum filme baseado sua obra, pelo menos uma vez em  sua vida você deve ter ouvido a frase “Meu nome é Bond, James Bond”.  

007, o espião mais famoso  da ficção, sofre do mesmo problema de Kirk: sua paixão pelas mulheres. Por todas elas. Em seu favor podemos dizer que diferente da sua contraparte espacial - que esbanja uma charmosa canastrice- Bond  torna-se um sedutor elegante, tomado de toda sua fleuma britânica. 

Muitos foram aqueles vestiram os ternos bem cortados de Bond como Pierce Brosnan, Timothy Dalton, Roger Moore , George Lazenby  e, mais recentemente Daniel Craig, mas é inegável que o destaque fica por conta  do escocês Sean Connery, que viveu o espião em seis filmes: 007 contra o Satânico Dr. No, Moscou contra 007, 007 contra Goldfinger, 007 contra a Chantagem Atômica, 007 - Só se Vive Duas Vezes e 007 - Os Diamantes São Eternos.

Personagem: Fitzwilliam Darcy, do romance de Jane Austen Orgulho e Preconceito
Por que amá-lo? É uma verdade universalmente conhecida que toda mulher, ao ler Orgulho e Preconceito, irá apaixonar-se por Mr. Darcy. Primeiro o odiamos. Ele é orgulhoso de sua posição social, exibe uma absurda falta de tato para alguém tão impressionantemente rico. Se Elizabeth Bennet, a heroína da obra, tivesse mantido a sua primeira impressão de Mr. Darcy, o romance mais conhecido de Jane Austen teria acabado em suas primeiras páginas, quando o mocinho esnoba a mocinha por sua beleza tolerável, sua falta de conexões e a vulgaridade de sua mãe. Ao perceber que a esnobada causou riso e não embaraço, ele sente-se curioso sobre o temperamento de Lizzy, curiosidade que o leva a ir mostrando-se como realmente é, adorável e apaixonante. Nos meios audiovisuais, Fritzwilliam teve várias “encarnações”, sendo a mais conhecida a vivida por Colin Firth, na minissérie exibida pela emissora britânica BBC.

Personagem: Fitzwilliam Darcy, do romance de Jane Austen Orgulho e Preconceito

Por que amá-lo? É uma verdade universalmente conhecida que toda mulher, ao ler Orgulho e Preconceito, irá apaixonar-se por Mr. Darcy. Primeiro o odiamos. Ele é orgulhoso de sua posição social, exibe uma absurda falta de tato para alguém tão impressionantemente rico. Se Elizabeth Bennet, a heroína da obra, tivesse mantido a sua primeira impressão de Mr. Darcy, o romance mais conhecido de Jane Austen teria acabado em suas primeiras páginas, quando o mocinho esnoba a mocinha por sua beleza tolerável, sua falta de conexões e a vulgaridade de sua mãe. Ao perceber que a esnobada causou riso e não embaraço, ele sente-se curioso sobre o temperamento de Lizzy, curiosidade que o leva a ir mostrando-se como realmente é, adorável e apaixonante. Nos meios audiovisuais, Fritzwilliam teve várias “encarnações”, sendo a mais conhecida a vivida por Colin Firth, na minissérie exibida pela emissora britânica BBC.